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  • Mário Sanchez

“PODE NOSSO UNIVERSO ACABAR?”

DE NOVO AS PESQUISAS DISCUTEM NEWTON E EINSTEIN

Temos que mudar a explicação da gravidade mais uma vez - Os corpos nem pesam (Arquimedes), nem caem (Galileu), nem se atraem (Newton), nem gravitam (Einstein) - são vazios pressionados pela massa “G”, e ficam girando e caminhando para colapsar na entropia universal.


Hoje os pesquisadores estão aceitando que há erros dos críticos.


1. As medições do desvio para o vermelho feitas por métodos diferentes não conferem.

A constante da expansão do Universo - seja qual for o problema, de fato está fazendo observações importantes do universo discordarem entre si: medido de uma maneira, o Universo parece estar se expandindo a um certo ritmo; medido de outra maneira, o Universo parece estar se expandindo a uma taxa diferente. E, como mostra um novo artigo, essas discrepâncias aumentaram nos últimos anos, mesmo com as medidas ficando mais precisas.


Obs.: Com esse começo... Tenho que explicar aos leitores que ignorante quântico não sabe nada sobre força G. Leiam nossa publicação “Einstein, o Campo Unificado e Energia Livre” para saber que tudo tem explicação pela massa gravitacional.


2. Os físicos buscam no Universo evidência de que uma força fundamental da natureza está fora de controle.


Físicos buscam no universo evidência de que uma força fundamental da natureza está fora de controle - Clique aqui


Por Juliana Blume, em 10.10.2019 – Dois astrônomos se voltaram para uma das estrelas mais antigas do universo para testar a constância de uma das quatro forças fundamentais da natureza: a gravidade. Eles olharam para o passado há bilhões de anos procurando por inconsistências de Einstein.

Se conseguirem este feito, eles têm como garantida uma viagem para a Suécia para receber uma medalha de ouro e um milhão de dólares, já que esta descoberta com certeza lhes renderia um prêmio Nobel.


Obs.: Como se vê o único objetivo dessas pesquisas é achar erro de Einstein pra ganhar um Nobel. Afirmam que a Constante de Newton poderia estar diminuindo.

Os pesquisadores concluem: “Baseado nessas observações, a constante de Newton realmente tem sido constante nos últimos 11 bilhões de anos. Sabemos que a Teoria de Relatividade Geral de Einstein, que complementa a constante gravitacional de Newton, é incompleta, pois não se aplica à física quântica. Por isso, os pesquisadores querem encontrar a verdadeira teoria da gravidade quântica”.


Quem fala de gravidade quântica não sabe quantos erros está cometendo.


Expliquemos a Constante de Newton:

Segundo a lei da gravitação universal, à parte considerações vetoriais aqui não relevantes, a força de atração entre dois corpos é diretamente proporcional a cada uma de suas massas e inversamente proporcional ao quadrado da distância que as separa. A constante de gravitação universal é a constante que permite se escrever essa relação de proporcionalidade em forma de uma igualdade: F = G. m1m2/r2


Assim como outras constantes físicas, um dos principais papéis da constante de gravitação universal G é estabelecer a correição da lei física associada no que tange às unidades e à análise dimensional. Em unidades adotadas no Sistema Internacional de Unidades, seu valor expressa a atração gravitacional, em newtons, que verifica-se experimentalmente existir entre dois objetos de massa um quilograma cada, quando separados pela distância de um metro.


O melhor valor aceito atualmente é: G = 6,674184 x 10-11 x m3 kg-1 s-2 com incerteza na última casa decimal. A unidade apresentada junto ao valor numérico da constante é por vezes escrita, de forma equivalente, como: Nm2/kg2.


A constante de gravitação universal G não deve ser confundida com g (em minúscula), que é o símbolo normalmente associado à variável que representa a intensidade da aceleração da gravidade terrestre junto à superfície do planeta, ou outro astro, quando explicitamente especificado. Em termos de G, g expressa-se como: g = GM/r2 onde M e r representam nesse caso a massa e o raio do astro esférico. Para a Terra tem-se que a aceleração da gravidade vale por volta de g = 9,81 m/s2.


Este valor é usado para calcular o gerador que vai poder ser movido por uma queda de água.


Mas jamais conseguiram extrair no gerador mais do que 2/3 do valor teórico.

Por isso entendo a perplexidade dos que me ouvem explicar que com o efeito espiral podemos obter muito mais geração elétrica injetando de baixo para cima do que poderíamos obter na queda gravitacional de Newton.


Nota Final - Para Arquimedes as coisas tem peso. Para Galileu as coisas caem. A explicação de Newton fala em “atração”. Einstein mudou a explicação para “gravitam”. Leiam em nossa publicação que temos que mudar a explicação - Os corpos nem pesam, nem caem, nem se atraem, nem gravitam - são vazios pressionados pela massa “G”, e ficam girando e caminhando para colapsar na entropia universal.


Em meu livro “Além da Curvatura da Luz” de 1958, eu já explicava com o Eterno Retorno, o que temos que entender sobre este pontinho vazio a que chamamos de “Nosso Universo”.


A matéria composta de estrelas, planetas, cometas, poeiras, buracos negros, é pressionada pela Força “G” enquanto “ferve” e nos limites de fora se reduz a partículas tão finas que são ondas que voltam ao centro por dentro de estruturas giratórias vazias. E sempre retornam em movimento contínuo a ferver para fora.


Entenderemos que, além dos limites deste esferoide, a Massa “G” se estende sem limites, como uma massa continua sem nenhum quanta, como definia Einstein.


Conclusão - Este Universo não tem possibilidade de acabar sem que, algo de fora dele, o destrua.


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