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  • Mário Sanchez

MEL - DOCE MEDICAMENTO E SAUDÁVEL ALIMENTO

O QUE É O MEL?

A definição da Organização Mundial de Saúde (OMS) diz que o mel é a substância açucarada obtida a partir do néctar das flores ou das secreções provenientes de partes vivas de plantas ou que sobre elas se encontram e que as abelhas melíficas libam, transformam e combinam com matérias específicas, armazenando-a depois nos favos da colmeia.


O mel é, então, uma substância viscosa, doce resultado do trabalho das abelhas, colhendo e transformando néctar floral e extrafloral. Composta principalmente de glucose (dextrose) e levulose (frutose) provenientes da “inversão” dos açúcares do néctar feita pelas enzimas das glândulas do aparelho digestivo das abelhas. O mel é, portanto, “açúcar invertido”.


O mel é composto, principalmente, por frutose e glicose, dois tipos de açúcares simples. E outras muitas substâncias já foram encontradas no produto. Os principais componentes do mel são: água, glicídios, e outras substâncias como, aminoácidos, proteínas, enzimas, ácidos orgânicos e matérias minerais.


Existem dezenas de variedades de mel de abelhas que se podem distinguir segundo a flora.

Os méis podem provir do néctar de uma única espécie de flores (mel monofloral) ou de várias (mel plurifloral). Sem dúvida, não existe mel rigorosamente “monofloral”. Contudo, a presença de uma fraca quantidade de néctar de outras plantas melíferas não influi sensivelmente no perfume, na cor e no sabor de um mel em que predomine o néctar de uma única espécie de flores.

Assim teremos méis com propriedades e qualidade diferentes de acordo com fatores diversos.

Ainda há no mel “puro” variáveis doses de pólen das flores, própolis, enzimas, cinzas e ácidos do néctar colhido.


Valor Nutritivo


Cientistas e pesquisadores das propriedades nutritivas do Mel são unânimes em recomendá-lo como “Alimento de primeira qualidade”.


Por ser um alimento fácil de assimilar, que não deixa resíduos no organismo, o mel pode e deve ser incluído na dieta de: crianças (à partir de um ano de idade*), jovens, adolescentes e atletas, adultos em geral (desde o trabalhador braçal ao profissional liberal), idosos (como tratamento geriátrico de alto valor nutritivo e regenerador das funções vitais).


Seu uso pode ser: ao natural (é a forma mais adequada e correta), diluído em água (hidromel). Como adoçante para: sucos de frutas; saladas de frutas; vitaminas de frutas; café e chás. Na culinária : (bolos, pães, doces, confeitos, compotas, bombons, biscoitos, pudins, assados, etc.).


* Bebês de até um ano não devem consumir mel por risco de infecção por botulismo.

O mel pode conter os esporos da bactéria Clostridium botulinum, que pode se desenvolver no intestino do bebê (ainda não totalmente maduro) e causar o botulismo, uma doença grave que pode levar à morte.

Doses recomendadas


Muitas pessoas perguntam a respeito das quantidades mínimas e máximas de mel que um indivíduo pode usar por dia.

A dosagem depende muito da pessoa e da forma como o produto é consumido.

O ideal é usar o mel substituindo outros adoçantes. Assim, durante o dia, um adulto pode consumir normalmente 150/200g ou mais, distribuído em várias doses de 2 a 3 colheres (sopa) por vez, se quiser um reforço alimentar.

No caso da pessoa estar bem alimentada, uma colher ao dia será suficiente.

O excesso de mel consumido de uma só vez é que é inconveniente, pois agride o intestino grosso, destruindo a flora intestinal.

O mel como alimento deve ser utilizado às refeições, principalmente na refeição matinal, ou antes e após exercícios físicos ou trabalhos que exigem grande consumo de energia. O vigor físico se fará notar nas pessoas que adotarem o hábito salutar de ingerir pequenas doses de mel várias vezes ao dia.


Nota: Para compensar um possível desarranjo intestinal em consequência da ingestão abusiva de mel de uma só vez, as pessoas devem usar coalhada natural, para repor a flora intestinal.


QUALIDADES MEDICINAIS DO MEL


As propriedades medicinais do mel são as mais variadas. A ciência e a experiência tem comprovado a eficiência do uso do mel como medicamento eficaz em tratamentos de efeitos: diurético, laxante, calmante, emoliente, desinfetante, antisséptico, alcalinizante, peitoral, béquico, expectorante, depurativo do sangue, tônico cerebral, bactericida, etc.


Vejamos alguns casos:

1 - Males das Vias Respiratórias: faringite, laringite, tosses, bronquites, asma, rouquidão, tuberculose, etc.

2 - Afecções do Aparelho Digestivo: úlceras gastroduodenais, perturbações de nutrição, prisão de ventre, afecções gástricas, etc.

3 - Vias Urinárias: gota, litíase, cistite, etc.

4 - Erupções Cutâneas: ferimentos, contusões, inflamações, queimaduras, abcessos, furúnculos, etc.

5 - Afecções Cardíacas: (o mel tem o mesmo efeito da digital).

6 - Bactericida: elimina em pouco tempo vírus e bactérias (da difteria, disenteria, tifo, cólera, “AIDS”, ebola, bacilo de Kock, etc).

7 - Contaminação Radioativa e Intoxicação Metálica: elimina do organismo materiais pesados como chumbo, cobre, cobalto, mercúrio, etc.

8 - Outros: Anemia, Raquitismo, Leucemia, etc.

Age como calmante, combate o histerismo, a insônia, cansaço mental, câimbras, fadiga, etc.


Para saber mais sobre o mel e outros produtos apícolas leia o meu livro: "Mel Mil Usos" e tenho também o livro "Apicultura no Cerrado" onde aprofundo mais sobre esse universo maravilhoso das abelhas.


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